quinta-feira, 30 de abril de 2009

the end.

15 pras dez, e enquanto as pessoas estão por essa hora bêbada por ai, estou aqui escrevendo, só sei que a noite está pedindo e resolvi fazer uma sessão nostalgia. Me perguntando como pude amar alguém como você que não teve capacidade de um homem de verdade pra me fazer feliz? Agora me diz de onde vem tanta infantilidade? Você pra mim é um tanto desprezo, que precisa amar alguém de verdade pra saber o que é amor, e não pegar qualquer garotinha na rua ficar e no outro dia ja dizer que a ama, o 'te amo' não é uma palavra simples, como um 'tudo bom?' um 'obrigado' , é sentir algo diferente em você que meche com seu corpo, seu jeito, sua vida. Vou falar pela trigésima vez que você vai acabar sozinho e não deve nada a ninguém por isso, mas um dia você vai sentir na pele tudo que você faz com as pessoas hoje! Acho perfeitamente normal lembrar com carinho que você sempre dava um jeito de me mandar mensagens, me ligar; Era como se dissesse, sem dizer “eu sei que já faz tempo, mas ainda amo você”. Eram tão raros os nossos momentos, você dizia, que eram para ser sempre bons. E de fato sempre eram. Eu tenho saudade de mil coisas e todas essas mil coisas sempre caem na mesma única coisa de que eu tenho tanta saudade: sua leveza. Você me dizia que jamais iria me cobrar leveza, pois me amava intensa. E me pedia que fizesse exatamente o mesmo, ainda que ao contrário, por você. E eu não obedecia nunca, afinal, pessoas intensas não obedecem. E assim nós seguimos, por um pequeno bom tempo, sendo tão parecidos ainda que tão atraídos mutuamente pelos nossos opostos. A gente era parecido principalmente porque topava as coisas mais malucas como, por exemplo viajar do nada depois de chegar de uma festa! Não é um sentimento egoísta e muito menos possessivo. É apenas uma saudadezinha. Gostosa, tranqüila, bonita, saudável, de longe. E, quem diria: leve. Mais essa saudade não mata esse seu jeito canalha de ser, que te faz muito infantil, você só precisa crescer um pouco e saber o verdadeiro valor do amor, sem sair por ai brincando com os sentimentos das pessoas :)

terça-feira, 21 de abril de 2009

Sou assim e sou feliz (:

Gosto de exclusividade, do inacabado, gosto dos que me deixam confusa, mais odeio o inconstante, os que me fazem rir, me ganham fácil, e os que me fazem chorar me dá certeza. Odeio surpresas, não sou romântica, me resumiria dizendo que sou totalmente imprevisivel, não gosto do 8 nem do 80, são poucos e ao mesmo tempo demais, isso é ruim. Me apego aos incertos, penso muito na razão, e quando amo demais sou capaz de fazer loucuras, de verdade! Não sossego enquanto não consigo o que quero, e os que não me desejam se tornam indiferença gosto da atualidade, tenho um bom humor, mas me irrito fácil, saiba conversar que sei escutar, não me julgue sem me conhecer, não gosto de quem se intromete na minha vida quando não é chamado, e muito menos aqueles que não me conhecem; sou criança e ás vezes bem maduura, insegura, e guardo sentimentos em mim, sou muito sensivel quando estou só pra mim, caso contrario sou totalmente fria, sou amiga, mas não tenho inimigas, elas se tornam indiferentes pra mim, sou muitas vezes boa, ás vezes tanto que chega a ser mal interpretada, não sei ser ruim, ruindade não foi feita pra mim. Enfim; sou assim e sou feliz (: